As normas ISO

Antes da leitura deste post, talvez seja interessante conhecer sobre a história da normalização.

Representantes de 25 países reuniram-se em 1946 no Instituto de Engenheiros Civis em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional para facilitar a coordenação e unificação dos padrões industriais internacionais. Tendo como pontapé inicial este encontro, em fevereiro de 1947, a ISO (International Organization for Standardization) iniciou oficialmente suas operações.

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1947. Fundação da ISO.

(Fonte da imagem: http://www.iso.org/iso/2012_the-iso-story_bw-1.jpg)

A ISO concilia interesse de produtores, usuários, governo e comunidade científica com o objetivo de estabelecer com relação a problemas existentes ou potenciais, prescrições destinadas a utilização comum e repetitiva, com vistas a obtenção de um grau ótimo de ordem em um dado contexto.

Dividida em Comitês Técnicos responsáveis pela normalização específica de cada setor da economia, a organização elabora normas internacionais sobre produtos e serviços. Desde sua criação, a ISO publicou mais de 19.500 normas internacionais que abrangem quase todos os aspectos da tecnologia e manufatura.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) além de ser um dos membros fundadores da ISO, é a única e exclusiva representante creditada internacionalmente para traduzir e estabelecer as normas ISO no Brasil. Os documentos normativos de caráter consensual aprovados pela associação, são considerados “normas brasileiras” e por isso recebem a sigla ABNT NBR que antecede a codificação.

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Êeeee Brasil!!!!

Diz-se que um processo de uma empresa ou instituição é certificado pela ISO, quando aprovado quanto aos seus procedimentos em um processo de auditoria independente, realizado por uma empresa certificadora reconhecida e credenciada pela ISO, como, por exemplo, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro e a própria ABNT.

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Referências bibliográficas:

MARSHALL J., Isnard, et al. 2010. Gestão da Qualidade. s.l. : FGV, 2010.

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